Você chegou com a sensação de que faltava alguma coisa no seu perfil, sem saber exatamente o quê. A sessão respondeu. Durante quase uma hora você descreveu a vida dos seus pacientes com uma precisão que fez a gente se reconhecer várias vezes, e usou as palavras TDAH e autismo uma única vez. No seu perfil acontece o contrário. Este documento é o caminho para levar o que acontece dentro das suas sessões para o seu conteúdo, com você no comando da estratégia.
O que você escreveu no formulário e o que apareceu na sessão, com os números na mesa.
Psicoterapia individual em TCC, semiestruturada, com formulação de caso, metas combinadas com o paciente e revisão do Ponto A ao Ponto B a cada seis meses. Avaliação neuropsicológica para adultos, com anamnese, entrevista com terceiro, testes e devolutiva de pelo menos uma hora.
A partir de agora, só maiores de 18 anos e só online.
Uma social media escreve os roteiros dos reels e dos carrosséis e organiza tudo no Trello. Você grava e valida. Nas suas palavras: a minha estratégia é depender de outra pessoa, e isso me gera um grande incômodo.
O recorte de TDAH e autismo também veio dela, a partir da pergunta sobre o que tem mais demanda.
Você explicou o protocolo de Oxford, o experimento comportamental com a conta do banco, a planilha de gastos simples, a agenda montada junto com o paciente, e cada explicação veio com cena, com exemplo e com lógica clínica. Você tem registro de todas as sessões e estuda o tema também pela sua própria história.
O seu conteúdo fala a língua do consultório com quem ainda está do lado de fora dele.
TDAH e autismo entraram porque pareciam ter mais demanda.
Quem escreve é a social media. Você lê, valida e grava.
Psicóloga, TDAH, autismo, terapia, ansiedade, subtipos. Em todo post.
Uma fatia pequena, que quer saber se é uma coisa ou outra.
Zero lead orgânico, e o patrocinado chega discutindo preço.
Duas pessoas com o mesmo diagnóstico podem ter contextos, vidas, dores, medos e desejos completamente diferentes. TDAH e autismo são o ponto de interseção dos seus pacientes, e sozinhos não descrevem o problema que a pessoa quer resolver.
Você tem a agenda, o banco, o trânsito, o relatório que nunca sai. Nada disso aparece no perfil. A Camila perguntou se existia conteúdo sobre agenda. A resposta foi não.
Enquanto o raciocínio for da social media, você não consegue replicar, corrigir nem escalar. Você mesma disse que sentia que faltava algo e não sabia o quê.
Você acha difícil descrever o que sabe. Na sessão você descreveu com riqueza por longos minutos. O que falta é roteiro pronto e repetição, e as duas coisas se resolvem com sistema.
Quando alguém é capaz de descrever o teu problema melhor do que você, você entende que essa pessoa sabe o que está fazendo.
O seu melhor conteúdo já existe e está registrado: são as suas sessões. Com um fluxo simples de transcrição, ChatGPT e Notion, cada atendimento vira roteiro na sua voz, sobre situações que a pessoa vive, antes mesmo de ela saber o nome do que tem.
Tudo neste documento serve a estas três linhas. O que não serve, não entrou.
Entre R$ 5 e 10 mil por mês, dez pacientes fixos, CLT ocupando o dia, conteúdo escrito por outra pessoa em linguagem técnica e nenhum paciente chegando pelo orgânico.
Faturamento constante acima de R$ 10 mil, construindo a base de R$ 15 mil que te tira do CLT, com pacientes chegando pelo conteúdo já entendendo o valor do seu trabalho.
Você passa a ser a dona do raciocínio da sua comunicação. O conteúdo nasce das suas sessões e fala da cena que a pessoa vive, com o diagnóstico guardado para dentro do consultório.
Doze atendimentos por semana. Se um roteiro bom sair de cada sessão, são mais de dez roteiros prontos por semana, sem você precisar inventar nenhum.
No formulário você escreveu que, se pudesse perguntar uma única coisa, perguntaria qual estratégia priorizar nos próximos meses para chegar em R$ 12 a 15 mil e se preparar para sair do CLT.
Continuar em TDAH e autismo, agora como escolha sua, e comunicar pelas dificuldades concretas que essas pessoas vivem.
Transcrição da sessão, ChatGPT e Notion. Um fluxo que roda toda semana e tira a produção de conteúdo da dependência da sua inspiração e da social media.
Pelo menos um reel por dia, todos os dias, dentro do que o CLT permite. Mais volume traz mais dados, mais alcance e mais status percebido.
Se o ChatGPT receber as transcrições sem saber com quem você quer falar e em que nível de consciência, ele devolve conteúdo técnico e genérico, e você conclui que não funciona. O recorte vem primeiro, o sistema depois, o volume por último.
A primeira coisa que a Ana Eliza trouxe: você tem um negócio, e negócio precisa de posicionamento de marca.
Patrocina médico. Embalagem, preço e ações de marketing refletem essa escolha.
Mesmo público, preço parecido, estética parecida. Está na mesma prateleira mental.
Patrocina influenciadora e atleta. Outra promessa, outra identidade visual.
O que separa uma da outra é a escolha de para quem falar. Como você, existem milhares de psicólogas atendendo TDAH, autismo e avaliação. A marca Fernanda Demétrio precisa ser uma escolha também, e toda escolha implica dizer não para o resto na comunicação.
Você atende quem você quiser, com a conduta clínica que você sempre teve. Ninguém está pedindo para você negar atendimento.
O conteúdo passa a falar com um perfil específico, com as dores, as crenças e os desejos dele. Quando você comunica sempre para o mesmo perfil, atrai mais gente parecida com ele e repele quem não combina.
Você subiu o valor da sessão este ano e disse com todas as letras que não é o tipo de psicóloga que defende terapia barata para todo mundo. Esse era o obstáculo mais comum, e ele já não existe no seu caso.
Negócio é isso: você tem uma solução e a pessoa tem um problema. O diagnóstico continua fazendo parte, e o nicho passa a ser definido pelo problema, pelo contexto e pela transformação.
Adultos pensando em desempenho na carreira, com sobrecarga, queda de produtividade, querendo entregar num nível que não estão conseguindo alcançar.
Adultos que performam no trabalho, mas com um custo emocional tão alto que não sobra energia para amizade, vida social e namoro.
Todas as portas acabam dando no mesmo lugar. Por onde a pessoa vai chegar é que é o negócio.
Na Cúpula a pessoa chega porque quer vender mais caro. Lá dentro a gente trabalha gestão: planilha de vendas, fechamento do mês, meta. Ninguém fala disso antes, porque a pessoa ainda não tem consciência de que precisa. Você mesma reconheceu: na terapia acontece igual.
Quem escolhe pelo que está saindo mais vira refém do que está em alta e nunca é reconhecida por nada. Você vai ser muito mais feliz atendendo menos pessoas mais alinhadas do que muitas pessoas diferentes entre si.
Você disse que ama atender essas demandas, que estuda o tema também pela sua própria história e que quase se emocionou falando dos pacientes que conseguem fazer o que para os outros é coisa do dia a dia. A frase "foi a social media que escolheu" sai da sua boca. Ela acertou o caminho, e agora ele é seu.
A Camila perguntou onde a dificuldade de sustentar o que começa se manifesta com mais intensidade. Você respondeu na hora.
No adulto não tem chefe e não tem pai cobrando. É a pessoa com ela mesma, e dá para descumprir o combinado. O online piorou.
O medo de ser desligado faz a pessoa entregar, com muito esforço e um custo alto.
A academia que para na quinta, a casa que fica pela metade, a alimentação, as finanças.
Tudo isso saiu da sua boca durante a sessão. Cada card é pelo menos um roteiro. Nenhum deles depende de a pessoa saber o que é TDAH.
Motivação lá em cima na segunda, academia abandonada na quinta. Dar o primeiro passo é fácil, manter é o que pesa.
Monta o cronograma para passar na prova, cumpre uma semana e ninguém cobra o resto.
Tarefa minuciosa, que leva tempo. Todo dia a promessa de que hoje vai. E não vai.
Começa a arrumar a casa, a atenção vai para outra coisa, e o cômodo fica no meio do caminho.
Parece fazer sentido para a prática clínica. Só que tem três cursos parados, sem terminar.
Decide pelo que está sentindo no momento, sem o freio de perguntar se agora é a hora.
Entra na conversa que não era sua, não consegue esperar o outro terminar para falar.
Sabe que não vale a pena e se envolve mesmo assim. Os estudos mostram mais chance de acidente.
Anotou tudo num papel. O papel sumiu. Não existe um lugar fixo para as coisas.
Na escola era só para lição de casa. Adulto, a pessoa nunca aprendeu a planejar a própria semana.
Adesivo, washi tape, caneta de cinco cores. Tudo decorado, nenhum compromisso anotado.
Sabe que não está bom, então não olha. Sem olhar, continua gastando e piora a situação.
Cada Uber parece pouco. No fim do mês a conta assusta. Percepção de um lado, dado do outro.
Quando a gente conta, o tudo foram três tentativas. A mesma distância entre o que se sente e o que aconteceu.
A pessoa chega por um desses assuntos e, conversando, aparecem os pontos que vêm antes e precisam ser trabalhados primeiro.
Você fica no conteúdo comunicando no campo das ideias, quando podia estar na cena prática. Se eu lesse isso, pensaria: nossa, como ela sabe? Deixa eu acompanhar o trabalho dela.
Toda vez que um roteiro trouxer o termo da esquerda, troque pela cena da direita. O termo técnico pode aparecer depois, na explicação. A abertura é sempre a cena.
| Como aparece no perfil | Como a pessoa vive |
|---|---|
| Dificuldade de manutenção de rotina | Segunda começou a academia com tudo. Quinta já não foi. |
| Controle inibitório | Comprou mais uma pós-graduação com três cursos parados na plataforma. |
| Comportamento de evitação | A notificação do banco chega e você arrasta para o lado sem abrir. |
| Automonitoramento | Cada Uber é 10, 15, 20 reais. No fim do mês são 800. |
| Planejamento e gestão do tempo | O planner está lindo, cheio de adesivo, e o compromisso de amanhã não está nele. |
| Desatenção | Você começou a limpar a casa, lembrou de outra coisa e o quarto ficou pela metade. |
A mesma pessoa passa por cinco momentos até procurar você. Hoje o seu perfil só conversa com os dois últimos.
Vive a cena e acha que é preguiça, falta de força de vontade ou jeito de ser. "Eu sou assim, começo tudo e não termino nada."
Percebe que não consegue manter rotina, usar agenda, olhar o banco. Não liga isso a nada maior.
Começa a desconfiar que existe uma explicação e que terapia ou avaliação poderiam ajudar.
Sabe que você atende adultos online, que faz terapia em TCC e avaliação.
O chá revelação: já sabe que é alguma coisa e só quer descobrir se é TDAH ou autismo.
Se eu quero aumentar o meu alcance, eu preciso falar com pessoas que nem sabem que isso pode ser um sintoma daquilo.
Abrindo o seu perfil na sessão, a sequência foi: psicóloga, TDAH, TDAH, psicóloga, autodiagnóstico de autismo, terapia, ansiedade, subtipos do TDAH. Quem ainda está no nível 1 ou 2 não para nesse conteúdo, porque não se vê nele.
Ela não precisa entender logo que você é psicóloga, neuropsicóloga ou que faz avaliação. Primeiro ela se reconhece na cena. O resto vem quando ela quiser entender melhor o que está sentindo.
Você escreveu no formulário que a avaliação é difícil de se autovender. Ela fica fácil quando o conteúdo cria a dúvida certa na pessoa.
Dificuldade de cumprir horário, montar agenda, seguir um plano.
Isso tem cara da minha vida.
Será que é só isso mesmo? Ou tem alguma coisa por trás?
Acompanhamento, ou uma avaliação para entender o funcionamento dela.
Quem se reconhece e quer mudar a rotina vai para a psicoterapia. Quem se reconhece e fica com a dúvida sobre o próprio funcionamento vai para a avaliação. A cena é a mesma. Esqueça as palavras técnicas na abertura, elas aparecem quando a pessoa já parou para ouvir.
O conteúdo mostra o sintoma no detalhe e abre a possibilidade. Ele não diagnostica ninguém e não promete resultado. O que você já faz no consultório, sem promessas que não pode cumprir, vale igual para o perfil.
O funil de consciência que a Ana Eliza passou na sessão. Serve para reel, carrossel, sequência de stories e live. É uma fórmula.
A situação relatável. Gera identificação: ela está falando de mim.
Aquilo não é um evento isolado. Existe um padrão por trás.
Por que isso acontece. Aqui você demonstra autoridade sem dizer que tem.
O que acontece na rotina, no trabalho e nas relações se o padrão continuar.
Uma outra maneira de lidar com isso. Possibilidade, sem promessa.
Estudo, raciocínio clínico, exemplo educativo, como você trabalha.
Salvar, compartilhar, comentar, mandar mensagem, pedir informações.
Salvar, compartilhar, mandar para alguém, comentar, refletir, tocar no link da bio, mandar mensagem, pedir informações sobre o acompanhamento. Defina antes de escrever.
Montado com a explicação que você deu na sessão. É ponto de partida: reescreva na sua voz antes de gravar.
Você é melhor psicóloga do que produtora de conteúdo, e não precisa virar creator. O seu melhor conteúdo acontece dentro dos atendimentos.
A plataforma de gestão registra a sessão como você já faz hoje.
No Sintropia, o botão Ver transcrição traz a conversa na íntegra, em vez do resumo.
Command A e Command C. Vem coisa do fundo junto, tudo bem.
Cola e pede para considerar só as suas falas e as da paciente.
O prompt de extração devolve highlights, princípios e roteiros.
Cada roteiro vira uma página na sua base, com status IDEIA.
O resumo da plataforma já vem pasteurizado: síntese, temas, estratégia de organização. Some a frase da paciente com as palavras dela, e é essa frase que faz outra pessoa se reconhecer. Você precisa das palavras, e não precisa do áudio.
Blocos fixos na sua agenda. O cérebro cansa, por isso escrever, lapidar e gravar ficam em dias diferentes.
Transcrição, ChatGPT, roteiros no Notion com status IDEIA.
Abre as ideias. Mexe em quem presta, troca o gancho repetido, descarta o que ficou ruim. Status vai para revisão.
Mais uma passada com a cabeça descansada. Dá o brilho final.
Dez roteiros prontos. Você só se preocupa com a performance: naturalidade, gesto, olhar.
Parece tão natural. É natural porque é o conhecimento dela. Mas a fala é roteirizada no detalhe.
No teste ao vivo, uma única transcrição virou dez highlights e quatro roteiros. Mesmo que metade seja ruim, com doze atendimentos por semana você nunca mais fica sem conteúdo.
A Camila deu nota 8 para um dos princípios que saiu da sua sessão: às vezes o problema é quando a opinião do outro passa a ter tanto peso que você perde temporariamente acesso à sua própria certeza. Veio da sua paciente e serve para milhares de pessoas.
Você disse que se perde no Notion. Com o ChatGPT conectado, você não precisa saber mexer nele.
Aproveite a oferta de teste que ele está te mostrando. Os conectores só funcionam na versão paga.
Abra o link abaixo, clique em Duplicar no canto superior direito e leve para o seu Notion. Apague os cards de exemplo.
No ChatGPT, na barra lateral, em Plugins ou Conectores, procure Notion e Google Drive e clique em conectar.
A base que a gente usa, com o fluxo de status da ideia até o publicado: IDEIA, ESCRITO, PRONTO PARA GRAVAR, GRAVADO, EM EDIÇÃO, EDITADO, AGUARDANDO REVISÃO, PRONTO, PUBLICADO. Visão de quadro para enxergar a produção e de calendário para enxergar o mês.
Abrir e duplicar o templateNo Drive dá para ter um documento por roteiro, mas você não consegue mudar status nem arrastar de uma coluna para outra. No Notion cada linha abre uma página com o roteiro e guarda status, data e se já foi publicado. O Trello faz parte disso, só que ficou para trás.
A gente usa as funções básicas. O resto é pedido em português para o ChatGPT: coloque esses roteiros na minha base, mude o status desses para revisão. Ele executa, você não precisa aprender o caminho.
A sequência que a Camila montou com você na sessão, organizada para usar depois de cada atendimento. O briefing você configura uma vez só.
Você perguntou quanto conteúdo precisa produzir com o CLT ainda ocupando o seu dia.
Com o sistema de pé, esse é o piso. Mais é melhor, mas só se for sustentável. Se respeite: começar com três por dia e parar em duas semanas é pior do que um por dia o ano inteiro.
Você não tem uma dificuldade. Você domina o assunto completamente. O que falta é prática e um roteiro para seguir.
A Ana Eliza gravou 600 reels em quatro meses. A referência mostra o que a repetição faz, sem régua de comparação.
Com o texto resolvido na segunda e na terça, na quarta você só pensa em falar com naturalidade.
Quase todo mundo sente isso. Não é sinal de que o vídeo está ruim. Grave, publique, e deixe o dado dizer o que funcionou.
Você quer, no ano que vem, desenvolver produtos para outras psicólogas, e perguntou se já deveria começar a falar com elas.
Você ainda tem trabalho para enxugar e definir o posicionamento para o paciente. Falar com os dois públicos no mesmo perfil conflita a comunicação e atrasa os dois resultados.
Agenda cheia, faturamento de quem saiu do CLT, admiração do mercado. Aí a sua oferta para psicólogas fica muito mais completa: além da técnica e da segurança clínica, você ensina o caminho que você mesma fez.
Se o produto para psicólogas couber no perfil que você construiu, ótimo. Se não couber, é melhor criar outro do que misturar paciente e colega na mesma comunicação. Até lá, repare: as referências que você consome falam com psis, e o seu perfil precisa falar com pacientes.
Tudo o que saiu da sessão, por prioridade. Clique para marcar como feito, fica salvo neste navegador.
Tire dúvidas, valide roteiro, mande o print do Notion configurado. O WhatsApp está aberto para você nos próximos dez dias.
O que aconteceu nesta sessão, acontecendo toda semana, com acompanhamento. Em uma hora e meia você saiu com o recorte, a lógica do conteúdo e um sistema funcionando ao vivo no seu computador. Você escreveu que não tem empresários na família e que aprender o básico sozinha custa caro em tempo e em dinheiro. Acompanhamento é o que encurta esse caminho.
Três encontros individuais e sequenciados para construir a fundação do seu negócio.
Posicionamento de marca e cliente ideal. A posição que só você ocupa e para quem exatamente você fala.
Comunicação e conteúdo: onde e como aparecer para o valor da sua marca ser percebido pelo paciente certo.
Construção de oferta e estratégia de vendas: a psicoterapia e a avaliação apresentadas de um jeito que a pessoa quer comprar.
O que continua acontecendo depois que a fundação está de pé.
Individualizados. Você traz o desafio do momento e sai com o próximo passo.
Para o dia a dia: revisar um roteiro, responder um lead, decidir o reajuste do valor da sessão. Alguém olhando para o seu caso específico.
Role play. Uma faz a lead e traz objeção, a outra analisa a sua condução e devolve o que melhorar.
Você sai de lá com cinco posts prontos, validados em posicionamento e venda, que geram identificação, quebram crença e chamam para ação.
A gente te segue e devolve feedback em tempo real sobre o que você publica.
Calls de venda assistidas, feedback por escrito, ajuste para a próxima.
Com as outras raras e caras. Não é incomum fecharem negócio entre elas.
Scripts, estruturas de conteúdo e modelos que as mentoradas já usam, prontos para você adaptar.
Cashback do valor desta sessão. O que você investiu aqui volta como abatimento, diluído nas mensalidades do ciclo que você escolher, se a decisão acontecer nos próximos 10 dias.
A entrega é a mesma nos dois ciclos, o que muda é o tempo de acompanhamento. Uma avaliação neuropsicológica paga a mensalidade inteira.